Brincar não é bobagem — é onde o sujeito nasce
Talvez isso surpreenda, mas para a psicanálise brincar não é coisa pequena. Não é passatempo, nem algo “infantil” no sentido banal. Brincar é, para Winnicott, o momento em que a pessoa…
Falar comigo Psicanálise & Curadoria
Psicanálise, cultura e reflexões sobre o nosso tempo.
Biblioteca de textos
330 textos encontrados.
Página 14 de 28 · Mais recentes primeiro
Talvez isso surpreenda, mas para a psicanálise brincar não é coisa pequena. Não é passatempo, nem algo “infantil” no sentido banal. Brincar é, para Winnicott, o momento em que a pessoa…
Para Donald Winnicott, amadurecer não é cumprir etapas externas, nem adaptar-se a um ideal imposto de funcionamento. Amadurecer é algo mais radical e silencioso: é integrar-se.
No texto Contando do começo, Vera Lucia Colussi Lamanno Adamo nos oferece algo raro: um testemunho clínico sobre a formação do analista que não se organiza por técnicas ou conceitos…
Os textos de Ruggero Levy nos colocam diante de um deslocamento decisivo do mal-estar contemporâneo: se, no tempo de Freud, o sofrimento se organizava em torno da repressão do desejo,…
Há um equívoco clínico e cultural que custa caro: tratar dependência e adicção como sinônimos. No material do Dr. José Alberto Zusman, a distinção é direta e, ao mesmo tempo,…
Em O que é o virtual?, Pierre Lévy nos convida a desfazer um dos equívocos mais comuns do nosso tempo: virtual não é o contrário de real. Virtual não é ilusão, fuga ou empobrecimento…
O texto Pai assassinado, pai morto nos convida a pensar algo fundamental para a clínica contemporânea: nem sempre o pai está ausente porque nunca existiu — às vezes ele precisou ser…
Quando falamos em suicídio, o senso comum insiste em reduzir tudo a uma decisão consciente de morrer. O livro O que é suicídio, de Roosevelt M. S. Cassorla, desmonta essa ideia de…
Há um equívoco comum — e perigoso — de pensar a psicoterapia de orientação analítica como uma “psicanálise menor”, um recurso adaptado apenas para quem “não pode” fazer análise. O…
Há sofrimentos que não se organizam como sintomas clássicos. Eles não pedem apenas interpretação, mas reconhecimento. Sándor Ferenczi foi um dos primeiros a escutar isso com…
O narcisismo, desde Freud, não é sinônimo de vaidade ou egoísmo banal. Ele diz respeito à forma como a libido se organiza entre o eu e o mundo. Em Introdução ao Narcisismo (1914),…
Há momentos em que o sofrimento humano não pede respostas rápidas, mas sentido. Quando as antigas referências se desfazem — Deus, a autoridade, a tradição, o Pai — algo retorna sob a…