Por que fazemos aquilo que fazemos?
Há uma pergunta que acompanha a psicanálise desde Freud e que continua tão atual quanto há mais de um século: por que fazemos aquilo que fazemos?
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Há uma pergunta que acompanha a psicanálise desde Freud e que continua tão atual quanto há mais de um século: por que fazemos aquilo que fazemos?
Quando pensamos no nascimento da psicanálise, muitas vezes imaginamos apenas a figura de Freud isolado, como se uma teoria inteira tivesse surgido da mente de um único homem. Mas a…
J.-D. Nasio propõe uma imagem interessante para pensar o complexo de Édipo. Em vez de enxergá-lo como um único acontecimento da infância, ele o descreve como um arquipélago: um…
Hoje, Freud nos confronta com uma das perguntas mais delicadas e incômodas da psicanálise: o que acontece psiquicamente quando o sujeito se depara com a diferença? Em “Algumas…
Sigmund Freud nos provoca a reconhecer algo profundamente desconfortável: o sujeito não é senhor de si mesmo. Há pensamentos que surgem sem convite, sintomas que retornam apesar da…
Há um momento na história da psicanálise em que não se trata mais apenas de seguir Freud, mas de decidir o que significa, de fato, retornar a ele. O capítulo sobre “Do retorno a Freud…
Há algo profundamente desconcertante na proposta lacaniana do grafo do desejo: ele não é apenas um esquema — é uma tentativa radical de escrever o sujeito. Não mais o sujeito da…
Winnicott nunca foi exatamente um autor “confortável” para a psicanálise. E talvez seja justamente por isso que ele continua tão atual. Ao atravessar os debates sobre metapsicologia,…
Há algo fundamental na proposta de Erik Erikson que muitas vezes passa despercebido: o ego não é apenas uma instância psíquica que organiza conflitos internos, mas também um mediador…
A psicopatologia da vida cotidiana nos convida a abandonar uma ideia confortável: a de que somos senhores plenos de nossas ações. Aqueles pequenos deslizes — esquecer um nome, trocar…
Há algo profundamente inquietante quando começamos a pensar sobre a própria consciência. Não a consciência como simples lucidez ou presença, mas a consciência que se volta sobre si…
A clínica nos confronta com algo inquietante: há sujeitos que repetem o sofrimento como se fossem convocados por ele. Não se trata apenas de sintoma neurótico, mas de uma força que…