Ferenczi e o sonho traumático
O artigo “Ferenczi e o sonho”, de Jô Gondar, revisita a teoria dos sonhos a partir das contribuições do psicanalista Sándor Ferenczi, especialmente em relação ao trauma. Enquanto em…
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39 textos encontrados para Infância e trauma.
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O artigo “Ferenczi e o sonho”, de Jô Gondar, revisita a teoria dos sonhos a partir das contribuições do psicanalista Sándor Ferenczi, especialmente em relação ao trauma. Enquanto em…
Há momentos na história do pensamento em que diferentes campos do saber se encontram e, desse encontro, surge uma mudança profunda de perspectiva. O diálogo entre Donald Winnicott e…
Há uma cena que parece simples, quase banal: um bebê, um chapéu e uma jovem que brinca de esconder e mostrar o objeto. Mas é nessa pequena cena que Françoise Dolto nos revela algo…
John Bowlby propõe uma ruptura decisiva com as leituras que reduzem o apego a um efeito secundário da alimentação, do reforço ou do aprendizado. No centro de sua teoria está a ideia de…
Vivemos numa época curiosa: nunca se falou tanto em liberdade, autonomia e autenticidade — e nunca se viu tanta desorientação subjetiva. O que aconteceu com a figura do pai? Essa é a…
Há sofrimentos que não passam — não porque o tempo falhou, mas porque algo do vivido ficou fixado. O texto de hoje nos mostra que, na neurose, o sujeito não apenas lembra do passado:…
Talvez isso surpreenda, mas para a psicanálise brincar não é coisa pequena. Não é passatempo, nem algo “infantil” no sentido banal. Brincar é, para Winnicott, o momento em que a pessoa…
Para Donald Winnicott, amadurecer não é cumprir etapas externas, nem adaptar-se a um ideal imposto de funcionamento. Amadurecer é algo mais radical e silencioso: é integrar-se.
Na clínica, escutar um adulto não é apenas acompanhar o que ele diz sobre o trabalho, os relacionamentos ou as disputas familiares. É, sobretudo, tentar reconhecer quem fala junto com…
Há feridas que não se organizam como lembrança, mas como silêncio. Não se apresentam em palavras, mas em colapsos do corpo, em afetos que não encontram forma, em sujeitos que…
Há um tipo de perda que não se inscreve na morte biológica, mas num apagamento psíquico silencioso. A mãe respira, cuida, permanece presente no cotidiano — e, ainda assim, não está. É…
Gabor Maté dá um giro simples (e cruelmente verdadeiro) na pergunta: não é “por que a adicção?”, é “por que a dor?”. A droga, o excesso, a compulsão — seja substância, trabalho,…